A utilização dessa biocerâmica
para preencher e reconstruir espaços e estruturas perdidas
vem demonstrando ser um procedimento útil, efetivo, simples
e com vantagens importantes, quando comparada ao uso de outros materiais
aloplásticos, inclusive de fosfatos de cálcio e materiais
orgânicos, homólogos, xenólogos e mesmo autógenos.
Usando-se esta biocerâmica tem-se previsibilidade,
ausência de reações indesejáveis, eliminação
de maiores riscos com outras intervenções, com mutilações,
morbidade de áreas doadoras, contaminações,
perda de volume, com maior tempo de cirurgia, internação,
recuperação, bem como dos riscos de transmissão
de doenças infecto contagiosas, auto-imunes, degenerativas,
preservando-se, aspectos éticos e legais, mais ainda ao que
se refere a materiais que sequer podem ser utilizados em países
de tecnologia avançada, como os que contém material
orgânico xenógeno.
Nas situações de grandes perdas,
mesmo na presença de processos infecciosos, graves riscos
e maus prognósticos, essa biocerâmica tem demonstrado
ser capaz de propiciar resultados importantes em relação
a outras alternativas. Ela é comprovadamente um veículo
condutor, liberador de substâncias que permite a otimização
do processo. Além disso, é material osteoindutor intrínseco
para a neo-formação tecidual, o que possibilita a
formação de arcabouço estrutural, com forte
ligação mecânica compatível, através
de substância cimentante amorfa. O material é finalmente
incorporado à nova estrutura tecidual neo-formada, mantendo
as características fisiológicas desejáveis.
Pelos resultados obtidos e avaliados desde 1985,
o OSTEOSYNT® tem apresentado resultados efetivos e eficazes
nas lesões com perdas ósseas, principalmente nas de
maior porte e mesmo em situações mais críticas
como em grandes osteólises, graves pseudo-artroses, fraturas
com significantes perdas de substâncias e sujeitas a esforços
mecânicos, artrodeses, tumores, cistos, osteotomias, fixação
de prótese e outras patologias na área médica
e odontológica, na presença ou não de processos
infecciosos, e mesmo no tratamento de osteomelites de difícil
solução.
Essa biocerâmica tem se mostrado uma alternativa
importante quando comparada com as demais até hoje utilizadas.Os
acompanhamentos e avaliações que vêm sendo feitos
há mais de 15 anos mostram sua boa remineralização,
boa incorporação e condição fisiológica
com resistência mecânica e anatomia desejável
na presença das condições orgânicas mínimas
exigíveis e com o uso das técnicas indicadas para
uma neo-formação tecidual óssea adequada.
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